quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Afinal, tem problema deixar o smartphone conectado na tomada a noite toda?

Unknown | 11:15 | Be the first to comment!
A situação descrita a seguir é completamente normal para a maioria das pessoas que possui um smartphone: usamos o aparelho o dia todo e sua carga chega ao fim do dia quase “morrendo”. Para garantir que no dia seguinte tenhamos o dispositivo ao nosso lado ainda “vivo”, é comum deixarmos ele conectado ao carregador a noite toda para “abastecer suas energias”.
Mas você já parou para pensar no quanto a pratica de deixar o smartphone plugado na tomada consome de energia? E, considerando que a maioria dos aparelhos demora uma média de duas horas para carregar completamente, não seria um desperdício mantê-lo conectado? Para nossa sorte, David MacKay, professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra, estudou sobre o assunto e presenteou-nos com a respostas definitivas sobre o assunto.

O que precisa ser respondido

Além de estudar o reflexo nas finanças da prática de deixar o smartphone plugado a noite toda, David MacKay também procurou a resposta de o quanto pode ser prejudicial para o bolso deixar o próprio carregador conectado. Afinal, nem todos tiram da tomada o dispositivo após o celular alcançar os 100% de carga.
Outra preocupação de muitos usuários e que também foi respondida por MacKay é o impacto do tempo conectado na bateria do smartphone. Afinal, não são raros os casos envolvendo aparelhos que simplesmente explodiram quando estavam plugados na tomada carregando.

“É como ajudar o Titanic com uma colher de chá”

Sem rodeios, o professor foi bastante claro em sua conclusão sobre o carregador conectado na parede (sem o smartphone): “Desligar obsessivamente o carregador é como socorrer o Titanic com uma colher de chá. Desligue-o, mas, por favor, tenha ciência de quão pequeno esse gesto é”.
Quando o aparelho está conectado e se mantém assim a noite toda, a situação muda um pouco de figura. O consumo aumenta, mas não o suficiente para causar preocupações. Caso ele fique conectado depois de atingir os 100% de carga – situação em que ele consome aproximadamente 2,4 W , o montante gasto ao final de um ano não deve ultrapassar US$ 5,3 (aproximadamente R$ 14). Porém, multiplique isso pela quantidade de pessoas em uma casa e já podemos ter um valor considerável.

Pode explodir?

A respeito da possibilidade de o aparelho explodir quando conectado à tomada, MacKay é igualmente categórico em afirmar que a chance é muito pequena. Os aparelhos e carregadores modernos cortam boa parte da energia que corre entre os dispositivos depois que a carga está completa. Isso acaba evitando sobrecargas e outros problemas que podem prejudicar ambos.
E como já sabemos, o “efeito memória” nas baterias de íon de lítio (componente que integra as baterias de hoje) já não existe mais. Porém, todos os componentes (carregadores e baterias) têm um ciclo de vida que pode ser decrescido se deixarmos ambos conectados. No entanto, esse tempo, geralmente, é maior do que o período no qual o aparelho vai permanecer com a pessoa.

Salvando o dia

Apesar do baixo impacto de deixar o smartphone conectado a noite toda, ainda podemos afirmar que essa não é a solução ideal que concilia sustentabilidade e comodidade. No entanto, um aspecto que está chegando aos poucos nos dispositivos mais recentes pode representar a “salvação” para esses casos.
O carregamento rápido, recurso que já integra boa parte dos aparelhos recém-lançados, promete acabar com as longas horas de carregamento dos smartphones. Com a promessa de levar a carga de 0 a 50% em poucos minutos, a funcionalidade parece ser a opção para abandonarmos de uma vez por todas a prática de mantermos o celular conectado a noite toda.
Fonte(s)
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Samsung inova e anuncia chip que reúne memória RAM e armazenamento interno

Unknown | 11:14 | Be the first to comment!
 A Samsung acaba de anunciar um chip que mostra que a companhia realmente gosta de apostar em soluções inovadoras. O ePoP (“embedded package on package”) é uma memória que reúne 3 GB LPDDR3 DRAM e 32 GB eMMC (“embedded multi-media card”) em um único componente. Ou seja, memória RAM e armazenamento interno em um só lugar.
O chip tem como principal objetivo a economia de espaço, já que o ePoP ocupa 40% menos espaço do que  a solução atualmente empregada nos dispositivos móveis. Isso pode dar lugar para uma bateria maior ou o que quer que os engenheiros pensem em colocar nesse ganho de espaço.
Solução convencional / ePoP

Bom para todos

O ePoP com 3 GB de DRAM opera a uma velocidade de 1.866 Mb/s. Além disso, o chip trabalha com a arquitetura 64 bits, uma tendência para os processadores dos modelos recentemente lançados. O componente possui apenas 1,4 mm de espessura e ocupa um espaço de 225 milímetros quadrados, bem menos do que a solução convencional que soma 374,5 mm².
“Oferecendo a nossa nova memória ePoP de alta densidade para smartphones tops de linha, a Samsung espera fornecer aos seus clientes benefícios significativos em design, permitindo operações mais rápidas e longas em tarefas simultâneas”, comentou Jeeho Baek, vice-presidente sênior do departamento de marketing para memórias e eletrônicos da sul-coreana.

Será que vem no Galaxy S6?

“Planejamos expandir nossa linha de memórias ePoP com pacotes envolvendo melhorias em desempenho e densidade ao longo dos próximos anos, para contribuir ainda mais no crescimento do mercado de smartphones premium”, conclui Jeeho Baek.
Apesar de não estar confirmada, há a possibilidade de a Samsung entregar o ePoP juntamente com o Galaxy S6 no mês de março. O aguardado flagship da sul-coreana também terá uma versão com 3 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento interno, o que só aumenta as possibilidades de isso acontecer.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Exclusivo: o preço do Galaxy S6 e do Galaxy S6 Double Edge no Brasil

Unknown | 08:52 | Be the first to comment!
Samsung já começou aconvidar a imprensa para a próxima edição do Galaxy Unpacked, evento este que será realizado no dia primeiro de março durante a MWC 2015. É neste evento também que a empresa tradicionalmente revela o seu próximo dispositivo top de linha. E praticamente um mês antes, o TecMundo obteve informações exclusivas sobre o vindouro Galaxy S6.
De acordo com uma de nossas fontes ligadas à Samsung aqui no Brasil, o Galaxy S6 será comercializado em dois modelos diferentes em nosso país: o normal e o Double Edge, com duas telas laterais similares ao do Galaxy Note Edge. Sim, teremos um modelo não apenas com uma tela lateral, mas com duas.
Além disso, nossa fonte informou que o modelo normal custará R$ 2.899, enquanto que o modelo Double Edge custará R$ 3.999. Embora não haja a confirmação de data de lançamento, espera-se que os modelos comecem a ser vendido por aqui em abril ou maio.
Por enquanto, estas são as únicas informações confirmadas pela fonte. Vale lembrar que este preço foi confirmado para o mercado brasileiro. Outras fontes de outros sites estão obtendo o preço no exterior e simplesmente convertendo os valores em reais, o que não reflete o preço que será cobrado em nosso país. Fique ligado no TecMundo para obter mais detalhes sobre as últimas novidades sobre o Galaxy S6. 
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O que esperar das gigantes da tecnologia em 2015?

Unknown | 08:44 | Be the first to comment!
 Ja estamos em fevereiro e muitos consumidores já começam a se perguntar o que esperar para este ano. No começo do mês passado, a CES 2015 foi realizada em Las Vegas e nós pudemos conferir uma grande quantidade de aparelhos e serviços que vão movimentar o mercado durante o ano inteiro, mas é preciso dizer que isso não representa — nem de perto — tudo o que pode surgir.
O que podemos esperar, então? Empresas de software estão preparando novidades para o mercado, fabricantes de hardware lutam para acertar detalhes de aparelhos que devem ser mostrados ao longo do ano e todas possuem um objetivo em comum: fazer com que os consumidores aceitem bem suas novas armas, o que significa maiores lucros e sobrevivência no mercado.
Nós fizemos um levantamento com as principais expectativas que temos em relação às grandes empresas de tecnologia do mundo. O que deve surgir? Quais serão os nomes que serão mencionados com honras no final do ano? A resposta exata só teremos daqui a 11 meses, mas há grandes chances de que as previsões mostradas aqui estejam próximas do resultado.

Google

Google ainda é a maior empresa de internet de todo o mundo — por mais que o Facebook tenha avançado fortemente nos últimos anos. Entretanto, os executivos de Mountain View sabem que não é possível manter o posto se não houver algum tipo de renovação nos produtos da companhia. Por essa razão, em 2015 nós podemos esperar a atualização de muitas ferramentas produzidas por lá.
Sem grandes surpresas, na metade do ano a Google deve realizar a edição 2015 do Google I/O, quando vai apresentar todas as novidades da próxima versão do Android. O mesmo deve valer para recursos do Chrome OS, que muito provavelmente aparecerá com ainda mais integração com os smartphones e tablets.
Como você já deve saber, o projeto do Google Glass deixou de ser uma prioridade e a empresa precisa de uma nova opção para os investimentos de recursos em inovação. Por causa disso, são bem grandes as chances de que vejamos muito mais integração com a “Internet das Coisas” em um futuro próximo.
Também é esperado que a Google traga algumas inovações para os consumidores que ainda não foram foco dela: as crianças. Como a adesão à tecnologia tem acontecido cada vez mais cedo, estima-se que a empresa esteja preparando novidades voltadas justamente para este público. Bernard Marr imagina que isso deve valer para o buscador e também para o YouTube e Chrome.

Facebook

Nos últimos anos, a empresa de Mark Zuckerberg adquiriu uma série de companhias menores para aumentar o seu portfólio e ampliar a participação no mercado. Nesse pacote podemos incluir o Instagram e o WhatsApp, que custaram altíssimas quantias de dinheiro para o Facebook e chacoalharam o mercado internacional de tecnologia.
Para 2015, não há expectativas de novas aquisições bilionárias, mas é certo que a empresa tem algumas cartas na manga para barrar o avanço de suas concorrentes — lembrando que o Twitter voltou a crescer e o WhatsApp, apesar de líder, possui alguns rivais com bastante força. Uma dessas cartas deve estar na tecnologia trazida do Oculus Rift — também comprada por Zuckerberg.
Isso significa que o Facebook deve colocar o Rift no mercado ainda neste ano, juntamente com diversas aplicações criadas especialmente para permitir a criação de novos mundos virtuais. Em relação à rede social propriamente dita, algumas novas ferramentas devem ser implementadas aos poucos, mas ainda é cedo para sabermos como isso será visto pelo consumidor.

Microsoft

Ainda em janeiro, a Microsoft realizou um grande evento nos Estados Unidos e mostrou diversas novidades que veremos no Windows 10. Além da já esperada integração entre computadores e portáteis, a chegada da Cortana aos PCs e algumas ferramentas que encurtam distâncias entre computadores e consoles Xbox também chamou a atenção. O mesmo vale para os sistemas holográficos do Windows.
Para os próximos meses, devemos apenas ver a consolidação de tudo o que já foi prometido pela empresa de Redmond. Isso significa que vamos ter contato com diversas builds do Windows 10, que aos poucos devem trazer estabilidade aos recursos em PCs e também em outros equipamentos — até que o sistema operacional fique completamente integrado entre as plataformas.
O Office também deve ganhar mais importância ao longo do ano. Com menos impacto no consumidor final, também há algumas expectativas de que a Microsoft apresente novidades relacionadas aos serviços de computação em nuvem, além de softwares baseados nesse tipo de tecnologia.

LG

Em 2013, a LG foi responsável pela criação do smartphone mais elogiado daquele ano, o G2. No ano seguinte, o G3 surgiu com grande potencial e não decepcionou os consumidores, obtendo muito sucesso comercial. Agora em 2015, a LG já apresentou o LG G Flex 2 (com tela curva) e continua recebendo elogios por parte da imprensa especializada... Mas isso não é o bastante.
Espera-se que nos próximos meses o G4 seja mostrado ao público, mas é preciso que haja alguma renovação nele. Por essa razão, as expectativas são de que a companhia coreana apresente um design diferente para o aparelho, que também deve ter integração avançada com uma nova geração de smartwatches ainda não revelados.
Indo para outro segmento, supõe-se que a LG vá continuar inovando nas televisões inteligentes. Durante a CES 2015, foram apresentados modelos com resolução 8K, mas não se sabe quando isso será visto nas lojas. Ainda assim, a companhia deve trazer diversos televisores com novos recursos Smart ao mercado internacional e pode ser que uma versão mais atualizada do WebOS seja lançada para isso.

Samsung

Existe ainda outra empresa sul-coreana que está no topo do mercado há anos: aSamsung. Desde o ano passado, já se cogita a diminuição de modelos presentes no mercado, e isso deve acontecer em 2015 e 2016, até que haja uma estabilização total destes aparelhos portáteis fabricados por ela. Mas, em relação aos flagships, sem surpresas: deve haver renovação das linhas Galaxy S, Galaxy Note e tablets Galaxy Tab.
Fugindo dos aparelhos Android, o Tizen pode voltar a ser visto em diversos aparelhos, desde smartphones até televisores, como já foi visto na CES 2015. Quem também deve ser bastante acionado durante o ano é o termo “Internet das Coisas”. Com a automação de equipamentos domésticos “Home Appliance”, devemos ver o Tizen integrado a fornos, geladeiras e diversos outros aparelhos.
Quanto aos vestíveis, o que se espera não foge muito do óbvio. A Samsung deve renovar os relógios Gear e Gear Fit, trazendo também mais possibilidades para os entusiastas da realidade virtual graças a novos recursos do Gear VR. Vale dizer também que em 2015, a Samsung deve se distanciar um pouco mais da Qualcomm, investindo mais fortemente em seus processadores próprios.

Sony

Os próximos anos serão decisivos para a Sony. O nome da empresa japonesa não possui mais o mesmo peso que tinha algum tempo atrás — quando PlayStation e Bravia eram líderes e referências no mundo todo. Hoje, a fabricante luta para reverter números negativos e ainda não encontrou a fórmula certa para estabilizar todos os seus nichos.
Quanto aos smartphones, já é um fato que a Sony está abandonando o segmento de aparelhos de entrada e intermediários. Neste ano ainda devemos ver o Xperia Z4 sendo colocado no mercado com hardware poderoso e muitos recursos, mas, se as vendas dele não forem satisfatórias, há chances de que ele seja o último. Em resumo: passos cautelosos devem marcar o 2015 da Sony.
No mundo dos games, o PS4 certamente continuará atingindo bons números e é bem possível que a Sony apresente muitas novidades na metade do ano, durante a E3. Até lá, não há grandes expectativas acerca de exclusivos que possam ser lançados para a plataforma.

Apple

Alvo de rumores durante o ano inteiro — há vários anos —, a Apple deve trazer diversas surpresas para o mercado em 2015. Para começar, ainda no primeiro trimestre os relógios inteligentes Apple Watch devem começar a ser vendidos no mercado norte-americano. Mais tarde, mas ainda no primeiro semestre, o Macbook deve ter grandes renovações, e isso inclui a chegada de um Macbook Air de 12 polegadas.
As mesmas 12 polegadas devem ser vistas nos iPads Pro. O que falta agora é sabermos se este tablet só será mostrado no final do ano ou se a Apple vai realizar um evento exclusivo para ele mais cedo. Quanto aos iPhones, evoluções naturais dos iPhone 6 e 6 Plus devem ser apresentadas no segundo semestre, mas sem grandes alterações no que já temos no mercado.
O mesmo vale para os sistemas operacionais iOS e OS X. A aposta mais sensata é a de que a Apple vai mostrar ainda mais integração entre os dois, mas não há como imaginar grandes renovações visuais. A confirmação disso teremos em junho, quando a empresa norte-americana vai sediar o WWDC.

......

Além dessas previsões, é claro que existe muito mais acontecendo no mundo da tecnologia. As fabricantes de processadores devem continuar brigando para reduzir processos e tornar seus equipamentos cada vez mais rápidos e econômicos. Ao mesmo tempo, devemos ver um avanço bem maior dos smartphones nos mercados emergentes, onde PCs vem perdendo espaço há alguns anos. E você, o que espera dessas grandes empresas para 2015?
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Conheça três sites brasileiros para venda e compra de celulares usados

Unknown | 08:34 | Be the first to comment!
 fabricantes de smartphonesnão dão folga aos consumidores: aparelhos lançados há poucos meses correm o risco de ficarem logo obsoletos. É comum, desta forma, que celulares usados sejam rapidamente vendidos. Mas tão rápido quanto o lançamento de celulares mercado afora é o negócio feito online: serviços que exigem borbotões de informação sobre os donos de aparelhos colocados à venda estão também sendo deixados de lado.
E este fenômeno tem sido, naturalmente, acompanhado por empreitadas comerciais que correm neste agitado ritmo: sob o nome de “recommerce” (comércio de itens usados), a prática invadiu sites brasileiros e agora mostra-se como atividade adequada a negociadores que pretendem vender seus smartphones de forma rápida e descomplicada.
"Nosso objetivo é chegar a pessoas que querem trocar o celular que está parado e não têm paciência para lidar com sites de compra convencionais, nos quais é necessário ficar respondendo uma série de perguntas", diz Gustavo Bohn, fundador do Uzlet. Ao notar uma tentativa de fraude durante a negociação de um notebook, Guilherme Macedo decidiu então criar o site Ziggo para agilizar as negociações online.
Com o mesmo objetivo, o endereço Brused mostra-se eficiente a pessoas que desejam comprar ou vender aparelhos da Apple. Para Bruno Fuschi, sócio do site dedicado à comercialização de produtos da Maçã, os dispositivos iOS podem ser facilmente vendidos – o que justifica a criação de um espaço dedicado para compras online.

Quer comprar um celular usado?

A forma de negociação adotada pelos três sites mencionados é semelhante. Se você deseja comprar um celular usado, categorias específicas devem ser exploradas junto às lojas virtuais. Filtros como por marca e por estado de conservação, por exemplo, podem ser consultados pelos internautas. São opções de pagamento transferências feitas diretamente via conta bancária, boleto, PagSeguro, PayPal e outras.

Como anunciar um smartphone

Para que seu smartphone seja anunciado junto aos sites, um rápido cadastro deve ser feito. Ao informar seus dados aos serviços, um orçamento irá avaliar de antemão quanto seu aparelho vale. Detalhes quanto ao estado de conservação e sistema do gadget são levados em conta. Se o vendedor aceitar o preço sugerido pelos portais, o celular pode ser então colocado à venda.
Feita a negociação, o dispositivo é enviado via Correios, avaliado pela empresa e, assim, acaba sendo finalmente vendido. Atenção: este processo pode apresentar variações de site para site de vendas de celulares usados. Clique sobre os links a seguir e acesse os endereços de UzletZiggo Brused.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Galaxy S6: todas as informações sobre o novo e poderoso aparelho da Samsung

Unknown | 08:47 | Be the first to comment!
Asim como acontece todos os anos, a Samsung vai lançar um novo smartphone da linha Galaxy S neste ano para atrair a atenção do consumidor.
O momento é propício e a empresa precisa reverter o quadro atual, já que suas vendas foram abaladas recentemente com o sucesso da LG e a Apple voltando ao topo com os novos iPhones (isso sem contar outras tantas fabricantes que abocanharam parte de seu mercado).
O lançamento deve acontecer só em março, mas é claro que já podemos adiantar muito do que vem por aí. Os rumores que foram publicados ao longo dos últimos meses dão uma boa ideia do que podemos esperar.
É claro que não podemos confiar em tudo que sai e esperar que a companhia apresente um gadget com resolução 4K, 4 GB de RAM, capacidades holográficas e outras especificações inviáveis ou improváveis. Assim, nós resolvemos filtrar os boatos e reunir as principais informações neste artigo para que você tenha uma noção do que a Samsung está preparando.

Uma nova Samsung

Antes de entrar em detalhes sobre o smartphone, vale comentar sobre a proposta que a fabricante está preparando para o software de seu produto. Como o novo smartphone será lançado no começo deste ano, o sistema operacional deve ser o Android 5.0 com as mais recentes atualizações.
Até aí, nenhuma novidade. Contudo, segundo os boatos, a Samsung está retrabalhando a TouchWiz, a interface exclusiva de seus celulares, da qual muitas pessoas sempre reclamaram. Além de mudanças nos detalhes visuais (o que deve incluir alteração de fontes, cores, formas e animações), os consumidores devem perceber uma melhoria significativa no desempenho.
De acordo com especulações recentes, a Samsung possivelmente removerá alguns aplicativos que são pouco utilizados apenas sobrecarregam o sistema. Nós duvidamos que o S Voice seja eliminado — até porque a empresa está querendo deixá-lo mais inteligente como o Moto Voz —, mas o S-Translator e Story Album podem ser retirados e deixar mais espaço para que o usuário decida o que instalar em seu aparelho.

Mudanças no visual

Bom, para começo de conversa, temos a questão do design do produto. Assim como as versões anteriores, o Galaxy S6 deve trazer sim pequenas alterações em sua carcaça, de forma que ele esteja alinhado com as mais recentes tendências da marca. Abaixo, você pode ver uma imagem recente que mostra uma das versões da carcaça que suspostamente foi abandonada pela Samsung.
As curvas devem ser muito parecidas (conforme já vimos em um vídeo oficial, que possivelmente mostra um conceito do aparelho) e a tela deve ocupar o espaço disponível na frente de tal forma que as bordas continuarão bem finas — o que é importante principalmente considerando que deveremos ter um aumento no tamanho do display.
Apesar de algumas semelhanças, o acabamento e os materiais empregados certamente estão entre os elementos diferentes de tudo que vimos nas gerações anteriores da linha mais robusta da fabricante. A ideia agora é promover o celular em questão de resistência, fazendo com que seu fama em questão de qualidade de construção seja melhor que a dos concorrentes.
Dessa forma, a maior probabilidade é de que a fabricante coreana use metal para a construção de seu aparelho — assim como ela vem fazendo em modelos específicos. O corpo deve ser todo de metal, mas a traseira deve ser de vidro (essa última característica lembra o que vimos no Google Nexus 4).

Vale acrescentar aqui que há uma possibilidade de que a fabricante inclua um sistema decapas modulares, as quais incrementariam as funções do celular. Uma poderia ser usada como capa com uma tela e-ink, para melhorar a leitura. Outra, poderia trazer diversas lentes ópticas, para ajudar na hora da fotografia.

Tela com qualidade absurda

Para não ficar devendo em nada para a Apple, a Samsung deve lançar seu novo top de linha com tela gigantesca de 5,5 polegadas — não que ela já não tenha vários produtos com esse tamanho de tela e dimensões similares.
E para provar que ela sempre é capaz de superar a concorrência, em vez de projetar o poderoso Galaxy S6 para exibir apenas Full HD, é de se esperar que o dispositivo venha com uma tela com maior densidade de pixels.
Muita gente tentando especular o que viria por aí chegou a apostar na resolução 4K, mas nós não acreditamos que a Samsung dê um passo tão largo, já que isso pode comprometer o desempenho do chip gráfico, bem como da bateria.

Nossa aposta é de que o Galaxy S6 terá um display com resolução QHD (2560x1440 pixels). Ao tomar tal passo, a Samsung deve igualar seu top de linha ao LG G3 e ao Nexus 6, os quais venderam muito bem. Se isso funcionou para os outros, tem que funcionar para a Samsung.
Apesar de ninguém ter comentado a respeito da tecnologia do display, há grandes chances de que a fabricante coreana continua apostando na AMOLED. Os principais produtos top de linha da marca contam com esse tipo de visor e entregam resultados excelentes em termos de contraste e colorido. É a velha história: não se mexe em time que está vencendo.
Quanto ao sensor biométrico, os mais recentes rumores, que parecem fazer muito sentido, apontam para uma evolução no processo desta tecnologia. O Galaxy S6 deve continuar com o leito na mesma posição, mas, em vez de necessitar de um movimento para ler as digitais, o novo componente deve garantir o desbloqueio com um simples toque do dedo — em um processo tão rápido quanto o do iPhone 6.

Nada de Snapdragon

Em questão de hardware, a história de que a Samsung vem escrevendo ao longo dos anos já deixou bem evidente que ela pretende se livrar de fabricantes parceiras e equipar seus dispositivos com seus processadores próprios.
Ela já fez isso em vários modelos, inclusive lançou algumas variantes dos tops de linha (incluindo o próprio Galaxy S5) com chips da linha Exynos. Contudo, parece que a mudança total para seus componentes próprios deve ser definitiva no Galaxy S6.
Primeiro, tivemos um rumor de que a fabricante estaria tomando tal ação para evitarproblemas de superaquecimento, algo que estava acontecendo nos protótipos que foram testados com o Snapdragon 810. Logo em seguida, outra notícia informou que a Qualcomm terá uma queda em sua receita este ano, devido a redução na produção deste chip.
Juntando as duas informações, é claro que podemos presumir que tudo se deve a mudança de processador no produto da Samsung. Enfim, o processador que deve aparecer no Galaxy S6 é o Exynos 7420 octa-core com arquitetura de 64 bits (algo que é muito importante para a versão EDGE do smartphone) e clock de 1,8 GHz — com performance muito acima do chip do iPhone.

Muita memória RAM!

Quanto à quantidade de memória RAM, as expectativas são de que a fabricante não inclua mais do que 3 GB em seu aparelho top de linha, já que isso deve ser mais do que suficiente para apresentar um desempenho monstro.
A Samsung já provou que 3 GB de memória RAM é mais do que suficiente para rodar o Android, sua interface TouchWiz e os softwares que mais demandam hardware ao instalar essa quantidade no Galaxy Note 4, então não tem porque extrapolar ou apostar mais baixo.
Assim, nossa aposta é de que o Galaxy S6 traga 3 GB de memória RAM, o que deve ser mais do que suficiente, principalmente porque estamos tratando de um celular que não traz suporte a caneta stylus (algo que consome mais memória no caso do Note 4).
Entretanto, as informações acima não significam que a Samsung vai perder em números para alguns modelos. Conforme previram alguns analistas coreanos, é bem possível que a fabricante lance a versão EDGE com 4 GB de memória RAM, seguindo a tendência dos aparelhos da Xiaomi.

Câmera misteriosa

Um ponto que ainda não ficou bem definido diz respeito ao sensor para captura de imagens. Alguns boatos sugeriam um upgrade para um componente capaz de registrar fotografias com até 20 MP. A atualização é justificável, não que o Galaxy S5 seja ruim nesse quesito, mas para deixar o top de linha da fabricante no mesmo “nível” (considerando somente o número) dos concorrentes.
Contudo, uma notícia recente revelou que a Samsung talvez não altere nada na câmera (pelo menos não no número que o consumidor realmente se importa). A possibilidade aqui também não deve ser descartada, já que um sensor com 16 MP deve ser mais do que suficiente. Há chances de que a empresa insira um novo componente, com mais velocidade e qualidade.
É importante ressaltar que talvez a câmera tenha seu posicionamento alterado. A notícia surgiu recentemente, quando uma empresa que faz cases para os aparelhos da Samsung publicou uma imagem na qual é possível conferir tal alteração. Nesse caso, a mudança possivelmente deve ser apenas por conta do arranjo dos itens internos.

Quanto? Quando?

Bom, esses são os rumores mais importantes e que julgamos que possam realmente se concretizar no lançamento do Galaxy S6. Até agora, como você pode ver, não temos nenhuma informação realmente aniquilador, até porque os aparelhos da Samsung não carecem de tantas novidades, haja vista a quantidade absurda de tecnologias e inovações.
O preço de lançamento deve ser muito próximo do que foi cobrado pelos celulares top de linha da marca nas gerações anteriores. O Samsung Galaxy S6 tem anúncio programado para o dia 2 de março e claro que nós vamos cobrir o evento com todos os detalhes para você receber as novidades em primeira mão.
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Confira 15 curiosidades que talvez você não saiba sobre a Apple

Unknown | 08:28 | Be the first to comment!
A Apple foi fundada em 1976, e desde então, ganhou o status de uma das maiores e mais valiosas companhias de tecnologia do mundo. Falar sobre a empresa da Maçã pode parecer repetição de informações já conhecidas, mas há sempre entrelinhas no conhecimento comum.
Em quase 39 anos de história, há muitas curiosidades e informações que são deixadas em segundo plano – muitas delas interessantes, outras surpreendentes e algumas até mesmo cômicas. Ficou curioso para saber mais? Confira abaixo 15 curiosidades que você talvez não saiba sobre a Apple.

1 – Dois fundadores? Não, senhor! Eram três

Já vimos em filmes, livros e matérias de todos os tipos que Steve Jobs fundou a Apple em conjunto com Steve Wozniak. Contudo, há uma informação faltando nessa história – ou, nesse caso, uma pessoa. Um terceiro membro, chamado Ronald Wayne, também participou da fundação da empresa da Maçã. Wayne teve grande participação no primeiro computador pessoal e até mesmo escreveu o manual do produto.
Você deve estar se perguntando o porquê de o nome dele não ser difundido na história, não? Bom, um dos motivos é porque ele teve medo de investir ainda mais dinheiro no projeto e sofrer consequências monetárias graves. Muitos jovens se aventuravam no ramo da computação na década de 70, e Wayne pensou que a Apple nunca iria para frente, levando-o a tomar a decisão de vender sua parcela para Steve Jobs por US$ 800.
Uma péssima escolha, não? A parcela da empresa que ele detinha na época tem o valor de US$ 40 bilhões hoje. Após deixar a Apple, Wayne continuou na carreira de eletrônicos, mas sem sorte. Atualmente, ele vende moedas e selos em um estacionamento de trailers em Nevada.

2 – A maçã não era exatamente essa que conhecemos

O logo mais conhecido da empresa é o atual, que consiste em uma maçã branca sem um pedaço. Como toda companhia, a Apple teve o seu ícone alterado mais de uma vez. Os mais saudosistas talvez se lembrem da versão com as cores do arco-íris, que perdurou até o final dos anos 90, quando se tornou preta.
O que é desconhecido para alguns é que o primeiro ícone da marca – criado por Ronald Wayne, o supracitado terceiro fundador da empresa – não tinha nada a ver com o atual. O logo inicial consistia em uma xilogravura – no maior estilo medieval – de Isaac Newton sentado embaixo de uma macieira. Bem irreconhecível, não?

3 – O capital de investimento veio de uma van e uma calculadora

Em 1976, a tecnologia computacional ainda estava no berço, e a ideia do primeiro computador pessoal custaria uma boa grana aos fundadores da Apple. Para sobrepor os obstáculos financeiros, Steve Jobs vendeu a sua van para arrecadar um dinheirinho, enquanto Steve Wozniak se desfez de sua calculadora. Se você acha que um aparelho de cálculo valia apenas alguns trocados, está engando.
O modelo de Wozniak, uma HP-65, valia mais de U$S 700 na época por conta da raridade de computadores no cotidiano, garantindo um bom fundo de investimento para alavancar a Apple.

4 – A Apple possui uma desigualdade grande de salários

Em questões empresariais, a Apple é um bom exemplo para demonstrar a desproporção salarial entre o topo e a base da pirâmide hierárquica. Os salários dos nove executivos-chefes chegam a US$ 441 milhões quando somados, número equivalente à renda de todos os 95 mil funcionários da Foxconn, empresa responsável pela produção dos dispositivos da Maçã.

5 – Pobretão? Steve Jobs ganhava um salário anual de 1 dólar

Como citamos acima, os figurões da Apple recebem salários exorbitantes. Bom, não todos. Steve Jobs recebia a “generosa” quantia de um dólar por ano (cerca de R$ 2,60). O melhor palpite é de que ele  utilizava suas ações da Apple – era o maior acionista da empresa – para manter seu nível econômico. Jobs utilizava também outros métodos para ganhar dinheiro, como a receita de ações que vendeu antes de sair da Apple, em 1985.

6 – Coisa do capiroto: Apple I custava US$ 666,66

O primeiro computador pessoal comercializado pela empresa foi o Apple I, que foi vendido por um preço um tanto quanto... estranho. Entretanto, Wozniak jura de pés juntos que não conhecia até então a referência bíblica sobre o número “666”, alegando que o preço de varejo era simplesmente um terço acima do valor de venda para as lojas.

7 – A Apple já teve mais dinheiro que o Tesouro dos EUA

O Tesouro Nacional é o caixa de um governo, ou seja, toda a disponibilidade monetária que um país tem para gastar. Em meados de 2011, a Apple estava com as vendas no topo com o iPhone 4, e, em contrapartida, os Estados Unidos da América passavam por uma grave crise financeira. Neste período, a empresa detinha em seus cofres cerca de US$ 76 bilhões, enquanto o governo americano “só” dispunha de US$ 74 bilhões.

8 – Samsung é concorrente? Não em todos os setores

A Apple pode ser muitas coisas, mas não é a montadora de seus próprios produtos. Certamente, a empresa necessita terceirizar o serviço de fabricação e montagem. Não é raro que uma dessas parceiras seja a Samsung, que, apesar de muitos esquecerem, não é uma companhia que só vende smartphones. A empresa coreana produz 30% dos processadores A8 dos novos iPhones e também as telas Retina dos iPads.

9 – Microsoft, Sony e Nintendo que se cuidem. Só que não

Um breve olhar na história dos video games nos revela que, contrário ao padrão atual de três empresas dominarem o mercado, existiram muitas outras companhias que tinham seus próprios consoles. A Apple foi uma dessas empresas que viram o mundo dos jogos como promissor e não perdeu a chance de criar seu próprio video game.
Em 1996, surgiu o Apple Pippin, que vinha competir com o Nintendo 64, Playstation e Sega Saturn. O console foi lançado em parceria com a Bandai Namco, mas a falta de jogos e defeitos de fábrica o tornaram um fracasso comercial. Anos mais tarde, a Apple ainda investiria no ramo em conjunto com a Bungie para lançar um jogo exclusivo de Macs chamado Halo. E nós sabemos o fim dessa história, não?

10 – Ridley Scott dirigiu o comercial de lançamento do Macintosh

O aclamado Ridley Scott, diretor de filmes como “Alien”, “Blade Runner” e o mais recente“Êxodo: Deuses e Reis”, dirigiu o trailer de lançamento do primeiro Macintosh, com referências ao livro “1984”, de George Orwell. Confira o resultado no vídeo abaixo:

11 – iPod não era o nome original do produto

Durante o período de desenvolvimento do iPod, seu codinome era bem diferente da nomenclatura oficial. O produto se chamava Dulcinmer e estava sendo criado com o intuito de oferecer ao consumidor “mil músicas no seu bolso”. Entretanto, quando o primeiro protótipo foi construído na cor branca, o freelancer Vinnie Chieco associou o produto ao filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”.
Chieco imediatamente se recordou da frase: “Open the pod bay door, Hal!”. A palavra “pod” ficou marcada, e, posteriormente, ganharia o acréscimo do “i”, tradição nos outros produtos da Apple. Curiosamente, o iPod foi lançado em 2001.

12 – Obsessão com pacotes e embalagens

Você com certeza já ouviu algum amante da Apple dizer: “A embalagem é mágica! É perfeitamente criada para trazer uma experiência única ao abrir o produto!”. Mesmo se essa pessoa estiver se gabando por possuir um aparelho da empresa, ela não está errada. A companhia possui uma sala especial em que designers devem criar a caixa perfeita, que traduza a sensação de possuir um dispositivo da Apple ao desembalar o dispositivo.

13 – Produtos da Apple só voam de primeira classe

Diferente de outras companhias de tecnologia, a Apple prefere importar seus dispositivos fabricados na China por avião em vez de navios. O transporte pode ser mais caro, mas garante que os produtos chegarão em 15 horas, diferente dos 30 dias por mar. E, para justificar ainda mais a opção, aviões possuem chances bem menores de sofrer acidentes e ser saqueados.

14 – Há um Easter Egg no primeiro iPod

O iPod chegou ao mercado e contrariou muitos que não acreditavam na proposta do produto. A maioria das pessoas já viu ou usou um iPod na vida, mas poucos sabem que há um segredo dentro do sistema do primeiro modelo. Ao ir no menu “About” e pressionar o botão central por três segundos, uma versão do game Breakout surgirá na tela para que você jogue enquanto ouve músicas.
O Easter Egg referencia a passagem dos criadores da Apple pela Atari, famosa produtora de jogos, entre eles o Pong e o próprio Breakout.

15 – O horário 9h41 soa familiar?

Se você já reparou nas fotos de divulgação dos dispositivos que rodam o iOS, viu que o horário é sempre o mesmo: 9h41. Teoria de conspiração? Referência ao Illuminati? Na verdade, é bem mais simples. Todos os dispositivos com o sistema mobile da Apple são apresentados depois de 40 minutos nos eventos da empresa. Portanto, os designers que criam o material adicionam um ou dois minutos a mais no tempo para chegar perto do horário “real” da revelação.
A Apple é uma empresa histórica, com grande importância no mundo computacional. Sem sombras de dúvidas, há muito mais curiosidades e informações que não abordamos nesta lista. Você conhece alguma que considera mais importante e não comentamos? Deixe seu comentário abaixo.
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